A REPETIÇÃO NA PSICANÁLISE (DE FREUD)

Freud

Freud chamou de “compulsão à repetição” o processo de reviver interminavelmente determinada neurose; assim sendo, quando alguém repetia um relacionamento ou acontecimento frustrado, seria uma tentativa de descarregar a energia acumulada ou represada até conseguir o êxito de sua missão.

Freud associou tal complexo ao instinto de morte inato no ser humano, pois o prazer absoluto ou a ausência da dor apenas seriam obtidos no retorno ao inanimado, que seria a morte. Embora tal conceito até o presente seja um tanto difícil de ser elaborado, não precisamos ir muito longe para vermos que determinadas pessoas possuem um núcleo doentio de sempre estarem repetindo suas experiências mais dolorosas. porém, o que Freud deixou de mencionar é que a repetição na sua essência é um desafio imposto pelo ego frente ao orgulho ferido. a pessoa, mesmo sabendo do risco da continuidade de determinada desgraça, aceita novamente uma situação similar, como o jogador compulsivo.

(trecho extraído do livro Vacaciones de Ana Paula Barbi)

 

Para (eu) refletir…

2 respostas em “A REPETIÇÃO NA PSICANÁLISE (DE FREUD)

  1. Pingback: MUDANÇA, SEGUNDO FREUD | ' Luana Miranda

  2. Freud fundou a psicanálise, e ele mesmo demonstra que sua ciência estava desde já, naquele momento, ultrapassada. Prova disso são seus próprios seguidores, com destaque para Carl Gustav Jung, e sua psicologia analítica que traz uma visão Holística dos problemas do homem é a compreensão de si mesmo.

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