A NOÇÃO DE TEMPO

Okay, eu sumi legal. E nem foi da internet, já que nesses últimos dias fiquei conectada quase o tempo todo. Sumi do blog mesmo. Tentarei voltar com mais frequência. Tentarei.

Vou falar um pouco sobre o tempo hoje.

Está frio demais, né?

Brincadeira. Óbviamente não é do clima que eu vou escrever. Hoje vou falar mais sobre a noção do tempo. Vamos lá…

A noção em senso comum de tempo é inerente ao ser humano, visto que todos somos, em princípio, capazes de reconhecer e ordenar a ocorrência dos eventos percebidos pelos nossos sentidos. Contudo a ciência evidenciou várias vezes que nossos sentidos e percepções são mestres em nos enganar. A percepção de tempo inferida a partir de nossos sentidos é estabelecida via processos psicossomáticos, onde variadas variáveis, muitas com origem puramente psicológica, tomam parte, e assim como certamente todas as pessoas presenciaram em algum momento uma ilusão de ótica, da mesma forma de que em algum momento houve a sensação de que, em certos dias, determinados eventos transcorreram de forma muito rápida, e de que em outros os mesmos eventos transcorreram de forma bem lenta, mesmo que o relógio – aparelho especificamente construído para medida de tempo – diga o contrário.

Resumindo este parágrafo todo acima extraído da wikipedia: em determinadas situações, podemos ter a sensação de que um evento durou mais ou menos do que o computado no relógio ou no calendário. Os momentos felizes e de lazer tendem a parecer bem mais curtos do que os de ansiedade, tristeza, obrigação e frustração. E é daí a origem psicológica da coisa. Einstein dizia que o tempo é uma ilusão. Que a distinção entre passado, presente e futuro não passa de uma firme e persistente ilusão. Será? Crianças de colo não têm a noção de tempo, e adultos com certas doenças neurológicas e/ou psiquiátricas podem perdê-la.

Embora ninguém ainda tenha descoberto algo no cérebro que prove essas coisas, o senso comum já nos mostrou que essa ‘teoria’ tem algum fundamento. Resta descobrir o porquê. (nós humanos, querendo sempre saber a razão de tudo)

Ultimamente a minha relação com o tempo anda bem esquisita. Quer dizer, ultimamente há muitos dias atrás. Já que fiquei de molho por uma semana em casa. Sem álcool, drogas e rock and roll. Tá, só sem o álcool. (Brincando de novo. há! Estou de bom humor hoje). Eu tive bons momentos. Alguém poderia escrever sobre a relação do tempo quando a gente bebe também, porque para mim ele mais do que passa rápido. Voa tipo um superman. Talvez seja só comigo, talvez eu escreva sobre isso um dia, talvez eu deva parar de beber, talvez eu esteja falando muito talvez. Talvez.

Mas enquanto eu escrevo, o tempo passa. E enquanto esse tempo passa (o tedioso, agora), eu fico pensando também. Certos momentos ruins quebram todos os bons, (ou certas coisas que a gente vê por ai). Vou dar um tempo e sumir do mapa (mapa = internet). Continuar só com as obrigações porque fazer o quê? Não ter nascido filha do Eike Batista faz com que eu tenha que estudar. Ah, e continuar com os porres também, porque fazer o quê? Ninguém é de ferro.

Desligada por tempo indeterminado.

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