A FACTO AD JUS NON DA TUR CONSEQUENTIA

(O título deste post é um provérbio antigo em latim; sua tradução significa “Contra fatos não há argumentos”)

Fatos? Mas que fatos? Nietzsche já dizia que não há fatos eternos, assim como também não há verdades absolutas. Fatos não existem, o que existem são interpretações. Nesse sentido, a verdade em relação a um determinado fato torna-se dependente da perspectiva (perspectivismo) que utilizamos para interpretá-lo.

Para ele a perspectiva mais adequada para interpretar um fato é sempre aquela que alavanque a vida e a vontade de poder. Ou seja, a verdade não passa de um ponto de vista. Cada qual se acha em suas razões, formando sua opinião a determinada coisa.

Tudo é argumentável. Feliz daquele que não cai na ignorância.

“Não há que ser forte. Há que ser flexível”

E ser flexível não é sinônimo de fraqueza ou falta de personalidade, pois não importa quão delicada e frágil seja a situação, sempre existem dois lados.

4 respostas em “A FACTO AD JUS NON DA TUR CONSEQUENTIA

      • É então não foi dessa vez, mas ano que vem eu consigo.

        Caramba dois post no mesmo dia vc está doente?

  1. Amo Nietzsche, mas se não existem “fatos” pule da janela do 50ª andar de um edifício para ver se a consequência não será uma “verdade”…

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